ESPECIALIDADES
Dra. Fernanda
Rodrigues Rocha

é especialista em Cirurgia Geral e Oncológica, oferecendo tratamentos completos e humanizados voltados para a saúde e bem-estar do paciente. Conheça abaixo suas áreas de atuação e os procedimentos realizados.

O que faz um cirurgião oncológico?

Antes de conhecer nossas especialidades, é importante entender o que é a cirurgia oncológica, a relevância desse tratamento e o papel do cirurgião oncológico no cuidado com o paciente.

A cirurgia oncológica é uma especialidade médica dedicada ao tratamento cirúrgico de tumores e cânceres. Ela atua tanto na remoção do tumor, quando indicado, quanto no alívio de sintomas, oferecendo qualidade de vida aos pacientes em diferentes estágios da doença.

O cirurgião oncológico é responsável por:

  • Realizar procedimentos cirúrgicos para tratar ou diagnosticar o câncer;

  • Definir, junto a uma equipe multidisciplinar (oncologistas, radioterapeutas e outros especialistas), a melhor conduta para cada caso;

  • Atuar na prevenção e no acompanhamento de pacientes com predisposição ao câncer.

Além disso, sua atuação não se restringe apenas à cura. Em situações em que o tumor não pode ser totalmente removido, a cirurgia pode ter caráter paliativo, ajudando a reduzir sintomas e melhorar a qualidade de vida.

Formação do cirurgião oncológico

O caminho até a especialização envolve:

  • 6 anos de graduação em Medicina;

  • 3 anos de residência em Cirurgia Geral;

  • 3 anos de residência em Cirurgia Oncológica, em centros especializados em câncer.

Essa formação garante uma visão global do paciente oncológico e possibilita uma abordagem integrada com outros tratamentos, como quimioterapia e radioterapia.

Quando procurar um cirurgião oncológico?

A consulta com esse especialista costuma ser recomendada logo após a confirmação de um tumor sólido, mas o paciente também pode procurá-lo diretamente em caso de suspeita de câncer. Além disso, pessoas com histórico familiar ou predisposição genética podem se beneficiar de um acompanhamento preventivo.

Em resumo, o cirurgião oncológico desempenha um papel essencial em todas as fases: do diagnóstico ao tratamento e acompanhamento do paciente, sempre em parceria com outros profissionais da saúde.

Especialidades Oncológicas

Atendimento especializado em diferentes tipos de câncer com foco em prevenção, diagnóstico e tratamento humanizado.

Tumores Ginecológicos

Fernanda R. Rocha
Tumores Ginecológicos

Os tumores ginecológicos envolvem órgãos como útero, ovários, trompas e colo do útero. O diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento.

 

Dúvidas frequentes

Exames ginecológicos periódicos como Papanicolau, vacinação contra o HPV, uso de preservativos, evitar tabagismo e ter hábitos saudáveis são fundamentais para a prevenção.

As causas variam conforme o tipo de tumor, mas incluem infecção persistente por HPV, fatores genéticos como mutações BRCA, histórico familiar, alterações hormonais e idade avançada. Os sintomas mais comuns são sangramento vaginal anormal, dor pélvica persistente, aumento do abdômen, corrimento alterado, dor nas relações e desconfortos urinários ou intestinais. Muitos casos iniciais não apresentam sintomas, o que reforça a importância da prevenção.

O tratamento depende do tipo e estágio da doença, podendo incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapias hormonais, imunoterapia e terapias-alvo. A escolha é individualizada pelo oncologista, considerando o perfil do tumor e a saúde da paciente. Quando identificados precocemente, os tumores ginecológicos têm altas chances de cura.

Cânceres do Aparelho Digestivo

Fernanda R. Rocha
Cânceres do Aparelho Digestivo

Esses cânceres atingem esôfago, estômago, intestinos, fígado e pâncreas, e exigem diagnóstico precoce para melhores resultados.

Dúvidas frequentes

A prevenção dos cânceres do aparelho digestivo inclui manter uma alimentação equilibrada rica em fibras, frutas e vegetais, evitar alimentos ultraprocessados e carnes processadas, não fumar, moderar o consumo de álcool e manter um peso saudável. A prática regular de atividade física, o controle do refluxo, e exames preventivos como endoscopia ou colonoscopia, quando indicados, ajudam a identificar lesões precoces e reduzir o risco da doença.

As principais causas envolvem fatores genéticos, tabagismo, consumo excessivo de álcool, obesidade, alimentação pobre em fibras, infecções como H. pylori no estômago e doenças inflamatórias intestinais. Os sintomas variam conforme o órgão, mas podem incluir dor abdominal persistente, perda de peso sem explicação, dificuldade para engolir, vômitos frequentes, alteração no hábito intestinal, sangue nas fezes, inchaço abdominal e fadiga. Em muitos casos iniciais, o câncer digestivo não apresenta sintomas evidentes.

O tratamento depende do tipo e estágio do câncer, podendo envolver cirurgia para remoção do tumor, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e terapias-alvo. Em alguns casos, tratamentos combinados são necessários para melhores resultados. O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de sucesso, por isso a investigação médica diante de sintomas persistentes é fundamental.

Cânceres de Pele

Fernanda R. Rocha
Cânceres de Pele

Muito comum no Brasil, o câncer de pele pode ser evitado com cuidados diários e tem alta taxa de cura se detectado cedo.

Dúvidas frequentes

A principal forma de prevenir câncer de pele é reduzir a exposição ao sol e proteger a pele diariamente. O uso de protetor solar com FPS adequado, reaplicação ao longo do dia, evitar exposição nos horários de maior radiação (10h às 16h) e utilizar roupas, chapéus e óculos são medidas fundamentais. Além disso, é importante observar a pele regularmente e procurar avaliação dermatológica ao notar alterações em pintas ou lesões.

A causa mais comum é a exposição crônica ou intensa à radiação ultravioleta, seja do sol ou de câmaras de bronzeamento. Pessoas de pele clara, histórico familiar, múltiplas pintas ou queimaduras solares na infância têm risco aumentado. Em geral, o câncer de pele não causa dor no início; as lesões podem crescer, sangrar, coçar ou apresentar alteração de cor e formato. Nos casos mais avançados, podem surgir dor, ulcerações e feridas que não cicatrizam

O tratamento depende do tipo e estágio do tumor. As opções incluem cirurgia para remoção da lesão, procedimentos menos invasivos como crioterapia, laser ou curetagem, além de terapias tópicas em casos selecionados. Em tumores mais agressivos, como o melanoma, podem ser indicadas imunoterapia, terapia-alvo, quimioterapia ou radioterapia. O diagnóstico precoce é essencial para aumentar as chances de cura e evitar tratamentos mais complexos.

Tumores de Partes Moles

Fernanda R. Rocha
Tumores de Partes Moles

Acometem tecidos como músculos e gordura. São silenciosos e geralmente detectados por exames de imagem.

Dúvidas frequentes

Não existe uma forma específica de prevenir tumores de partes moles, pois muitas de suas causas ainda não são totalmente conhecidas. A principal forma de cuidado é manter consultas regulares, observar mudanças no corpo e buscar avaliação médica ao notar nódulos, caroços ou aumentos de volume que persistem. Um estilo de vida saudável contribui para reduzir riscos gerais, mas não impede a doença.

Geralmente surgem de forma silenciosa e muitas vezes sem dor, sendo percebidos apenas quando crescem ou começam a comprimir estruturas ao redor. As causas podem envolver fatores genéticos, exposição prévia à radiação ou mutações celulares espontâneas. Em alguns casos, o paciente pode sentir dor, formigamento ou desconforto local se o tumor afetar nervos ou músculos próximos.

O tratamento depende do tipo de tumor e sua extensão, mas a cirurgia é a base terapêutica na maioria dos casos. Radioterapia e quimioterapia podem ser associadas em tumores malignos para controlar o crescimento ou reduzir a chance de recidiva. A avaliação por um especialista é essencial para definir a abordagem ideal, e o diagnóstico precoce aumenta as chances de controle e cura.

Tratamento oncológico com excelência e acolhimento

Confiança, cuidado e qualidade. Agende sua consulta e venha cuidar da sua saúde com quem é referência na área.

Dra. Fernanda
Rodrigues Rocha

é especialista em Cirurgia Geral e Oncológica, oferecendo tratamentos completos e humanizados voltados para a saúde e bem-estar do paciente. Conheça abaixo suas áreas de atuação e os procedimentos realizados.

O que faz um cirurgião oncológico?

Antes de conhecer nossas especialidades, é importante entender o que é a cirurgia oncológica, a relevância desse tratamento e o papel do cirurgião oncológico no cuidado com o paciente.

A cirurgia oncológica é uma especialidade médica dedicada ao tratamento cirúrgico de tumores e cânceres. Ela atua tanto na remoção do tumor, quando indicado, quanto no alívio de sintomas, oferecendo qualidade de vida aos pacientes em diferentes estágios da doença.

O cirurgião oncológico é responsável por:

  • Realizar procedimentos cirúrgicos para tratar ou diagnosticar o câncer;

  • Definir, junto a uma equipe multidisciplinar (oncologistas, radioterapeutas e outros especialistas), a melhor conduta para cada caso;

  • Atuar na prevenção e no acompanhamento de pacientes com predisposição ao câncer.

Além disso, sua atuação não se restringe apenas à cura. Em situações em que o tumor não pode ser totalmente removido, a cirurgia pode ter caráter paliativo, ajudando a reduzir sintomas e melhorar a qualidade de vida.

Formação do cirurgião oncológico

O caminho até a especialização envolve:

  • 6 anos de graduação em Medicina;

  • 3 anos de residência em Cirurgia Geral;

  • 3 anos de residência em Cirurgia Oncológica, em centros especializados em câncer.

Essa formação garante uma visão global do paciente oncológico e possibilita uma abordagem integrada com outros tratamentos, como quimioterapia e radioterapia.

Quando procurar um cirurgião oncológico?

A consulta com esse especialista costuma ser recomendada logo após a confirmação de um tumor sólido, mas o paciente também pode procurá-lo diretamente em caso de suspeita de câncer. Além disso, pessoas com histórico familiar ou predisposição genética podem se beneficiar de um acompanhamento preventivo.

Em resumo, o cirurgião oncológico desempenha um papel essencial em todas as fases: do diagnóstico ao tratamento e acompanhamento do paciente, sempre em parceria com outros profissionais da saúde.

Especialidades Oncológicas

Atendimento especializado em diferentes tipos de câncer com foco em prevenção, diagnóstico e tratamento humanizado.

Tumores Ginecológicos

Os tumores ginecológicos envolvem órgãos como útero, ovários, trompas e colo do útero. O diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento.
Dúvidas frequentes

Exames ginecológicos periódicos como Papanicolau, vacinação contra o HPV, uso de preservativos, evitar tabagismo e ter hábitos saudáveis são fundamentais para a prevenção.

As causas variam conforme o tipo de tumor, mas incluem infecção persistente por HPV, fatores genéticos como mutações BRCA, histórico familiar, alterações hormonais e idade avançada. Os sintomas mais comuns são sangramento vaginal anormal, dor pélvica persistente, aumento do abdômen, corrimento alterado, dor nas relações e desconfortos urinários ou intestinais. Muitos casos iniciais não apresentam sintomas, o que reforça a importância da prevenção.

O tratamento depende do tipo e estágio da doença, podendo incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapias hormonais, imunoterapia e terapias-alvo. A escolha é individualizada pelo oncologista, considerando o perfil do tumor e a saúde da paciente. Quando identificados precocemente, os tumores ginecológicos têm altas chances de cura.

Cânceres do Aparelho Digestivo

Esses cânceres atingem esôfago, estômago, intestinos, fígado e pâncreas, e exigem diagnóstico precoce para melhores resultados.
Dúvidas frequentes

A prevenção dos cânceres do aparelho digestivo inclui manter uma alimentação equilibrada rica em fibras, frutas e vegetais, evitar alimentos ultraprocessados e carnes processadas, não fumar, moderar o consumo de álcool e manter um peso saudável. A prática regular de atividade física, o controle do refluxo, e exames preventivos como endoscopia ou colonoscopia, quando indicados, ajudam a identificar lesões precoces e reduzir o risco da doença.

As principais causas envolvem fatores genéticos, tabagismo, consumo excessivo de álcool, obesidade, alimentação pobre em fibras, infecções como H. pylori no estômago e doenças inflamatórias intestinais. Os sintomas variam conforme o órgão, mas podem incluir dor abdominal persistente, perda de peso sem explicação, dificuldade para engolir, vômitos frequentes, alteração no hábito intestinal, sangue nas fezes, inchaço abdominal e fadiga. Em muitos casos iniciais, o câncer digestivo não apresenta sintomas evidentes.

O tratamento depende do tipo e estágio do câncer, podendo envolver cirurgia para remoção do tumor, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e terapias-alvo. Em alguns casos, tratamentos combinados são necessários para melhores resultados. O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de sucesso, por isso a investigação médica diante de sintomas persistentes é fundamental.

Cânceres de Pele

Muito comum no Brasil, o câncer de pele pode ser evitado com cuidados diários e tem alta taxa de cura se detectado cedo.
Dúvidas frequentes

A principal forma de prevenir câncer de pele é reduzir a exposição ao sol e proteger a pele diariamente. O uso de protetor solar com FPS adequado, reaplicação ao longo do dia, evitar exposição nos horários de maior radiação (10h às 16h) e utilizar roupas, chapéus e óculos são medidas fundamentais. Além disso, é importante observar a pele regularmente e procurar avaliação dermatológica ao notar alterações em pintas ou lesões.

A causa mais comum é a exposição crônica ou intensa à radiação ultravioleta, seja do sol ou de câmaras de bronzeamento. Pessoas de pele clara, histórico familiar, múltiplas pintas ou queimaduras solares na infância têm risco aumentado. Em geral, o câncer de pele não causa dor no início; as lesões podem crescer, sangrar, coçar ou apresentar alteração de cor e formato. Nos casos mais avançados, podem surgir dor, ulcerações e feridas que não cicatrizam.

O tratamento depende do tipo e estágio do tumor. As opções incluem cirurgia para remoção da lesão, procedimentos menos invasivos como crioterapia, laser ou curetagem, além de terapias tópicas em casos selecionados. Em tumores mais agressivos, como o melanoma, podem ser indicadas imunoterapia, terapia-alvo, quimioterapia ou radioterapia. O diagnóstico precoce é essencial para aumentar as chances de cura e evitar tratamentos mais complexos.

Tumores de partes moles

Acometem tecidos como músculos e gordura. São silenciosos e geralmente detectados por exames de imagem.
Dúvidas frequentes

Não existe uma forma específica de prevenir tumores de partes moles, pois muitas de suas causas ainda não são totalmente conhecidas. A principal forma de cuidado é manter consultas regulares, observar mudanças no corpo e buscar avaliação médica ao notar nódulos, caroços ou aumentos de volume que persistem. Um estilo de vida saudável contribui para reduzir riscos gerais, mas não impede a doença.

Geralmente surgem de forma silenciosa e muitas vezes sem dor, sendo percebidos apenas quando crescem ou começam a comprimir estruturas ao redor. As causas podem envolver fatores genéticos, exposição prévia à radiação ou mutações celulares espontâneas. Em alguns casos, o paciente pode sentir dor, formigamento ou desconforto local se o tumor afetar nervos ou músculos próximos.

O tratamento depende do tipo de tumor e sua extensão, mas a cirurgia é a base terapêutica na maioria dos casos. Radioterapia e quimioterapia podem ser associadas em tumores malignos para controlar o crescimento ou reduzir a chance de recidiva. A avaliação por um especialista é essencial para definir a abordagem ideal, e o diagnóstico precoce aumenta as chances de controle e cura.

Tratamento oncológico com excelência e acolhimento

Confiança, cuidado e qualidade. Agende sua consulta e venha cuidar da sua saúde com quem é referência na área.